Há algumas décadas, as mulheres estão conquistando cada vez mais sua liberdade, assim como elas, as crianças. Saem ao mundo a fora cada vez mais cedo e conhecem os sentimentos mais puros e os piores rumos que podem tomar.
É irônico dizer que um jovem de dezesseis anos não tem opinião formada ou não sabe a conseqüência de seus atos. Quando jovens cometem infrações, são encaminhados para a FEBEM, onde recebe somente menores infratores.
Essas crianças já entram na vida adulta com certa repressão, em lugares que os rotulam como marginais, muitas vezes pela má educação que receberam de casa, afinal, as primeiras pessoas que as crianças se espelham, são seus pais.
Um menor pode ter consciência do que os pais ensinaram que é certo, mas não tem conhecimento de mundo para realmente dominar o assunto e escolher seus próprios caminhos.
Dentro da Fundação CASA, se formam sentimentos de raiva, rancor e vingança e muitas vezes quando saem, continuam na vida do crime, pois não tem estudo o suficiente ou oportunidades, pelo preconceito da sociedade.
Em nosso país é clichê criticar a educação, mas não há outra saída além de educar. Psicólogos, médicos e professores devem se unir para cuidar destas crianças, que muitas vezes escolhem maus caminhos pela infância que tiveram. Somente assim para estes jovens conhecerem a importância de serem dignos, seguirem uma vida correta e construir uma família.






